- 11:11:00
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Olá pessoal! Hoje eu trago a Resenha do Livro Eu, Robô. Espero que gostem.
Se vocês preferirem, também podem conferir o Book Talk do livro no canal clicando aqui.
O Isaac Asimov nasceu na Rússia, mas se nacionalizou estadunidense aos 8 anos de idade. Ele começou a escrever o Eu, Robô em 1939, sendo considerado o “Precursor da Ficção-Científica”, e além de um excelente escritor ele também foi PhD em Bioquímica. Mesmo tendo sido um dos pioneiros do gênero no mercado literário, já existiam relatos da idade média e da era da antiguidade sobre seres humanos mecânicos, porém fora se estabelecer como ideia e gênero quase na meada do século XX, por isso o Asimov é considerado o pai da Robótica.
Se vocês preferirem, também podem conferir o Book Talk do livro no canal clicando aqui.
O Isaac Asimov nasceu na Rússia, mas se nacionalizou estadunidense aos 8 anos de idade. Ele começou a escrever o Eu, Robô em 1939, sendo considerado o “Precursor da Ficção-Científica”, e além de um excelente escritor ele também foi PhD em Bioquímica. Mesmo tendo sido um dos pioneiros do gênero no mercado literário, já existiam relatos da idade média e da era da antiguidade sobre seres humanos mecânicos, porém fora se estabelecer como ideia e gênero quase na meada do século XX, por isso o Asimov é considerado o pai da Robótica.
Todavia, a palavra robô começou a
surgir bem antes de Asimov começar a escrever sobre, que foi em uma peça
teatral Tcheca chamada R.U.R. (Rossum’s
Universal Robots), onde os robôs foram criados para substituir os humanos
no trabalho, todavia o final dessa peça apresenta um acontecimento muito
trágico, que passou a ser considerado o Frankenstein da robótica. Essa peça foi
escrita em 1921 e se deu por causa do fim da primeira Guerra Mundial e por
causa do avanço tecnológico que a mesma ocasionou. O Asimov não se deu por
satisfeito com o fato da humanidade pensar que essa tecnologia tão sublime
poderia acabar tendo um desfecho trágico todas às vezes, e ele queria mostrar
como até mesmo a robótica pode sim ser boa, e através desse pensamento ele
criou uma marca registrada em suas estórias, pois nenhuma delas possui um final
trágico, assim dizer.
O livro em si é um compilado de nove
contos ao total. Eles não estão organizados em ordem de lançamento, mas também
não sei dizer se estão em ordem cronológica. Cada conto nos apresenta um
problema X que precisa ser solucionado, e para que aja essa solução, cientistas
de várias áreas são chamados, e o grande ápice da estória se dá justamente no
final do conto quando esse problema é solucionado de forma brilhante e de um
modo muito inesperado.
O Isaac Asimov é considerado o
pai da robótica pelo fato dele ter criado as três leis da robótica e tê-las inseridas
em todos os seus contos, mesmo que de forma implícita ou explícita. As leis da
robótica são as seguintes:
1ª Lei: Um robô não
pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum
mal.
2ª Lei: Um robô deve
obedecer as ordens que lhe são dadas por seres humanos, exceto nos casos em que
tais ordens entrem em conflito com a 1ª lei.
3ª Lei: Um robô deve
proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito
com a 1ª ou a 2ª lei.
O interessante nessas leias é que nós podemos
ver claramente uma hierarquia entre elas, sendo a terceira submetida à segunda
e a segunda submetida a primeira, criando então todo um sistema infalível de
proteção para o ser humano, e é ai onde o Asimov quis chegar. Com essas leis e
esses contos, o autor expôs a sociedade que a inteligência poderia se sobrepor
a vontade da robótica.
Algumas pessoas disseram que a leitura dos contos é bem arrastada, mas eu já achei todos eles muito bem desenvolvidos e com um fluxo de narrativa ótimo, além de recomendar fortemente esta edição primorosa da Editora Aleph.




A estória me agradou bastante e superou todas as expectativas que eu tinha em relação a obra e ao autor. Desejo fortemente ler mais coisas do Asimov, pois me apaixonei pela escrita do autor.
Nota: 5,0
Att,
Vitor Iury Neves
- 18:00:00
- 0 Comments
Para chegar a um resultado plausível, eu consultei reportagens, entrevistas com grandes nomes editoriais, empresas de pesquisa de mercado e publicações e muito mais. O objetivo, como vocês devem imaginar, era descobrir quais sãos os livros mais vendidos da história. Nesta lista terão tanto os livros singulares quanto as séries literárias, de todos os tempos e em qualquer língua.
Quando digo "Mais Vendidos" refiro-me ao número estimado de cópias vendidas por cada livro, e não o número de livros impressos ou possuídos atualmente. Histórias em quadrinhos e livros didáticos não serão inclusos nesta lista, podendo haver um post exclusivo para eles mais tarde. Vale lembrar que as listas estão de acordo com a maior estimativa de vendas já relatados em, como dito anteriormente, fontes fiáveis e independentes. Também não estarão contidos nesta lista todos aqueles livros que já possuem domínios públicos, uma vez que já podem ser lançados incontáveis vezes, e sob várias edições, em todas as línguas existentes. Livros de conotações religiosas, ideológicas, filosóficas ou políticas também não entrarão na lista, assim como a Bíblia, o Alcorão e outros.
Lista de livros singulares
- A Tale of Two Cities (Um Conto de Duas Cidades) - Charles Dickens, Inglês, 1859 [+200 milhões de exemplares vendidos]
- The Lord of the Rings (O Senhor dos Anéis) - J. R. R. Tolkien, Inglês, 1954-1955 [+150 milhões de exemplares vendidos] Lido
- The Hobbit (O Hobbit) - J. R. R. Tolkien, Inglês, 1937 [+140 milhões de exemplares vendidos] Lido
- Le Petit Prince (O Pequeno Príncipe) - Antoine de Saint-Exupéry, Francês, 1943 [+140 milhões de exemplares vendidos] Lido
- Harry Potter and the Philisopher's Stone (Harry Potter e a Pedra Filosofal) - J. K. Rowling, Inglês, 1997 [+107 milhões de exemplares vendidos] Lido
- And Then There Were None (O Caso dos Dez Negrinhos) - Agatha Christie, Inglês, 1939 [+100 milhões de exemplares vendidos]
- Hung Lou Meng (O Sonho da Câmara Vermelha) - Cao Xueqin, Chinês, 1754-1791 [+100 milhões de exemplares vendidos]
- She: A History of Adventure (Ela, a Feiticeira) - H. Rider Haggard, Inglês, 1887 [+100 milhões de exemplares vendidos]
- The Chronicles of Nárnia: The Lion, the witch and the wardrobe (As Crõnicas de Nárnia: O Leão, a feiticeira e o Guarda-roupa) - C. S. Lewis, Inglês, 1950 [+85 milhões de exemplares vendidos] Lido
- The Da Vinci Code (O Código Da Vinci) - Dan Brown, Inglês, 2003 [+80 milhões de exemplares vendidos] Lido
Lista de séries literárias mais vendidas
- Harry Potter (J. K. Rowling) +1.000.000 de cópias - Lidos
- Goosebumps (R. L. Stine) + 350 milhões de cópias
- Perry Mason (Erle Stanley Gardner) +300 milhões de cópias
- Berenstain Bears (Stan e Jan Berenstain) +260 milhões de cópias
- Choose Your Own Advenures (Vários autores) +250 milhões de cópias
- Sweet Valley High (Francine Pascal e ghostwritters) +250 milhões de cópias
- Noddy (Enid Blyton) +200 milhões de cópias
- Nancy Drew (Vários autores) +200 milhões de cópias
- The Rallway Series (Rev. W. Awdry, Chistopher Awdry) +200 milhões de cópias
- San-Antonio (Frédéric Dard) +200 milhões de cópias
As séries Crepúsculo, Jogos Vorazes e Percy Jackson e Os Olimpianos aparecem, respectivamente, em 11º, 12º e 14º colocados na listagem das séries mais vendidas da história.
Então, quantos e quais livros destas listas vocês já leram? Estão cumprindo seu dever para com a sociedade lendo grandes obras literárias? O que vocês acharam delas e de suas colocações? Com certeza deve haver algum livro que vocês discordam da colocação. Deixe aqui nos comentários para mim.
Att,
Vitor Iury Neves
- 10:30:00
- 2 Comments
Resenha: O Médico e o Monstro | The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde - Robert Loius Stevenson
/https://skoob.s3.amazonaws.com/livros/1128/O_MEDICO_E_O_MONSTRO_14298256171128SK1429825617B.jpg)
(Edição de 2014 lançada pela Editora Nova Fronteira)
O Médico e o Monstro, originalmente "The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde" foi um livro lançado em 1886 pelo tão famoso escrito Robert Louis Stevenson. Primeiramente tive que entender o momento em que este livro lançado e qual fora o seu objetivo na sociedade. Quando Robert lançou este livro, definitivamente, ele causou um grande furor em meio a sociedade Londrina, que até então passava por seu momento de Imperialismo durante a Era Vitoriana. Não é comum aprendermos este tipo de coisa nas escolas, porém na literatura aprendemos que esta época, mesmo apesar de boa, também trouxe consigo muita desordem e deveras sentimentos xenofóbicos. O "homem branco" inglês precisava impor sob as demais culturas toda a sua polidez e pomposidade. Precisava mostrar ao mundo como era evoluídos e maduros. Então fora justamente nesta ferida que Robert quis mexer.
O livro nos trás a estória, paralela, de três homens: Dr. Jekyll, Mr. Hyde e o Advogado Utterson, que narra a estória através do seu ponto de vista em terceira pessoa. O Advogado Utterson, é um bom e velho amigo de uma figura bem prestigiada em Londres, o famoso Dr. Jekyll, mas quando um caso curioso acontece a uma determinada pessoa "x", ele passa a suspeitar que seu amigo possa ter alguma coisa a ver com aquele assassinato misterioso.
Para nós que lemos o livro, e já conhecemos a estória de quase cor e salteado, sabemos que o Dr. Jekyll é um cientista um pouco conturbado, e acaba criando uma poção capaz de separar o mal que há dentro de você do seu lado bom. Temos inúmeras representações deste clássico produzidos até então, seja no cinema, na TV e até mesmo nos desenhos animados. Quem não lembra daquele episódio onde o Piu-Piu bebe a poção do Mr. Hyde e passa a atazanar o pobre do Frajola!? Ou até mesmo uma das representações mais famosas do cinema na atualidade: O incrível Hulk, que mesmo não tendo uma poção, de certa forma representa o lado obscuro que um homem leva dentro de si, fazendo apologia ao Dr. Jekyll e o Mr. Hyde.
A narrativa é bastante rápida, tratando-se de um livro parcialmente curto, com uma tensão que fica ali quase 100% da estória. Técnica que fora muito utilizada por Conan Doyle, Jack London e até mesmo Terry Brooks por exemplo, tratando-se de um Thriller de Horror-Fantástico.
Porém lhe digo, não vá com sede ao pote, pois como dito mais acima, não creio que Robert tenha escrito esta obra com o intuito de nos encantar com sua escrita maravilhosa ou seus diálogos de partirem o coração. De certa forma, como escritor, posso dizer que, na minha opinião, Louis Stevenson paira a mediocridade. Mas posso dizer que ele de fato é um excelente contador de estórias. Mesmo não tendo sido um livro longo ou epistolar, a estória conseguiu alcançar um público estrondoso, e espantosamente, uma massa pesada de seus leitores eram Ingleses.
Mesmo não nos trazendo uma experiência de narrativa incrível, ainda assim considero O Médico e o Monstro uma das inúmeras leituras essenciais em nossa vida, pois consegue nos parar para fazermos algo incrivelmente difícil: nos autocriticarmos.
Também saiu o Book Talk deste livro lá no canal pessoal. Para aqueles que desejam conversar mais um pouco sobre o assunto e iniciar alguma conversa ou discussão sobre, o link esta aqui. Só clicar.
Nota: 4,0
Att,
Vitor Iury Neves
- 18:00:00
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- 16:33:00
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